A resposta de um gamer para essa afirmação é um alto e sonoro, “AH VÁ!”. Mas é fato que os profissionais de saúde estão ficando preocupados com o nível que o “vício” em jogos e computadores tem atingido aqui no Brasil e no mundo. Pesquisadores de uma universidade alemã afirmam que os jogos podem ser tão viciantes quanto as drogas, por estimularem regiões ligadas ao prazer no cérebro, e seus usuários podem sofrer as mesmas conseqüências em caso de abstinência.
E quem nunca varou uma madrugada upando level que atire o primeiro BP de HMM. Entre os sintomas comuns da abstinência estão a taquicardia, falta de concentração nas atividades diárias, suor excessivo e dificuldade em se relacionar com pessoas (off-line). Características semelhantes às apresentadas em usuários de drogas.Normalmente os gamers não chegam a sofrer alucinações durante o dia, mas sonhos recorrentes com os jogos são comuns em quem está “viciado”. A Associação Americana de Psiquiatria chegou a considerar a inclusão do vício em videogames na nova e quinta versão do DSM (Manual de Diagnósticos e Estatísticas), mas decidiu que ainda não há evidências suficientes. E se você é um fã de MMORPG, saiba que eles têm maior potencial de criar dependência por ser desafiador, não ter fim e haver muita interação entre os jogadores, fazendo com que o sujeito jogue por muitas horas ou até dias seguidos.
Especialistas dizem que o problema realmente fugiu ao controle, quando o indivíduo não consegue decidir a hora de parar de jogar. É comum essas pessoas deixarem de participar de compromissos e eventos sociais, pois optam por continuar “logado” e isso tem deixado os país e cônjuges preocupados.
E você, sabe a hora de parar, se considera um “viciado”?
Por: Lock Gamer